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A origem das notas musicais

A expressão musical infantil

22 DE NOVEMBRO: DIA DA MÚSICA



A música está presente em diversas situações da vida humana. Existe música para adormecer, para dançar, para chorar os mortos, para conclamar o povo a lutar, o que remonta à sua função ritualística. Presente na vida diária de alguns povos, ainda hoje é tocada e dançada por todos, seguindo costumes que respeitam as festividades e os momentos próprios a cada manifestação musical. Nesses contextos, as crianças entram em contato com a cultura musical desde muito cedo e assim começam a aprender suas tradições musicais.

A expressão musical desempenha importante papel na vida recreativa de toda criança. Ao mesmo tempo em que desenvolve sua criatividade, promove a autodisciplina e desperta a consciência rítmica e estética. Sugerindo interpretações, orientando a expressão corporal e o manuseio correto de diferentes instrumentos, o professor pré-escolar estará contribuindo para o desenvolvimento do aluno, integrando-o a um grupo e permitindo sua comunicação através das emoções que a música desperta. Mesmo a criança que tem dificuldade em coordenação motora global conseguirá, através das rodas cantadas e das danças coletivas, certa harmonia e segurança.


Bandinha Rítmica

A bandinha rítmica é uma das mais ricas formas de expressão musical. Além dos valores estéticos a ela atribuídos, concorre também para o desenvolvimento do autodomínio e da auto-realização, por permitir que a própria criança construa seus instrumentos. São várias as suas finalidades na pré-escola:
  • despertar e desenvolver o senso rítmico;
  • desenvolver a acuidade auditiva;
  • satisfazer a necessidade de atividade muscular aplicada a um fim construtivo;
  • desenvolver o controle motor;
  • desenvolver a autodisciplina e a atenção;
  • estimular a confiança em si mesmo e o autodomínio;
  • estimular a expressão espontânea e as fantasias inconscientes;
  • desenvolver hábitos sociais (respeitar a vez do colega, confraternização e sociabilização).

Essa atividade tem de ser introduzida aos poucos. A criança deve explorar e conhecer todas as possibilidades de cada instrumento separadamente, para depois ir juntando, numa mesma música, dois ou mais instrumentos, até ser capaz de combiná-los todos.


Construção de uma bandinha com sucata

CHOCALHO
Ele pode ser feito com embalagem de iogurte, embalagem de rolo de fax ou lata de refrigerante. No interior, podem-se colocar pedrinhas, cereais ou sementes. Sua execução é simples: basta colocar as pedrinhas em uma das partes, tampar com a outra e fechar com fita crepe. O som variará muito de acordo com os materiais, e isso poderá ser experimentado pelas crianças. Um grupo de chocalhos iguais, cinco a seis por exemplo, dá um efeito muito bonito. Pode-se trabalhar com dois grupos, cada qual com chocalhos de materiais diferentes; o efeito será interessante.

TAMBOR
É um tubo oco que pode ser feito de vários materiais e tamanhos, recoberto por uma lâmina de borracha, de plástico, de tecido tipo lona ou, até, de papelão (cada material com características próprias de durabilidade). A lâmina é presa em uma das extremidades do tubo com elástico ou sisal. Os sons emitidos pelo tambor também variarão muito conforme os materiais utilizados.

CUÍCA
Mais simples, impossível! Basta cortar um pedaço de sizal ou de barbante com cerca de um metro de comprimento e dar um nó em uma das pontas. Furar uma embalagem de iogurte e passar o fio através dela. O som é emitido fazendo a embalagem vibrar à medida que o fio é puxado.

RECO-RECO DE TAMPINHAS
Em uma madeira de 30 x 20 cm, pregar duas carreiras de tampinhas metálicas de refrigerante. As tampinhas devem ser pregadas sempre aos pares. Elas também podem ser achatadas antes de serem pregadas, o que dará um som diferente ao do reco-reco. Pode-se tocar chacoalhando a tábua ou usando uma varinha (que pode ser um lápis).

CHOCALHO DE TAMPINHAS
Primeiramente amassam-se cerca de dez a doze tampinhas, furando-as. Depois, batendo com um prego bem no centro, enfiam-se as tampinhas em um pedaço de arame grosso de cerca de 30 cm de comprimento. Unem-se as pontas do arame, sobrepondo-as cerca de 5 cm, prendendo com fita crepe.

APITO DE GARRAFAS
Ele é conseguido com apenas uma garrafa plástica, com água até a metade. Um grupo de crianças “tocando” este instrumento, ao mesmo tempo, dá um efeito interessante.

XILOFONE DE GARRAFAS
É feito de oito garrafas de vidro cheias de quantidades variadas de água, o que dará um som diferente a cada uma delas. As garrafas são presas com um barbante a um cabo de vassoura, que deverá ser fixado em um lugar, permitindo que as garrafas fiquem livres para serem manuseadas. Elas são tocadas com um bastão de madeira, e a nota mais grave será obtida através do toque na garrafa que contém menos água.

A quantidade de água é que determinará cada uma das notas da escala, sendo que ela inicia com uma garrafa vazia, que corresponde à nota mais aguda (dó). Para fazer a “afinação”, será necessário o auxílio de um adulto, com experiência ou acuidade auditiva, que reconheça as notas da escala musical nas garrafas com água.


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